Territorio de sonhos
Não é que as palavras tenham uma continuidade em mim, entende? Elas só me definem. Mostram o que eu sou, como sou, e como serei, assim por diante. Sim, elas me dão equilíbrio, para meu viver. Me acalmam e ao mesmo tempo me perturbam. Tudo com elas está em perfeito equilíbrio, e em desordem. Eu vivo além do que eu vejo, imagino mundos que não existem, pessoas, lugares com apenas simples palavras ditas, ou lidas em um livro. Palavras movem vidas, histórias, meu mundo. -Sarah S.
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EUA: “excuse me” Espanha: “Perdón” França: “excusez-moi” Brasil: “SAI DA FRENTE, CARALHO!”
Mulher não desiste, se cansa. A gente tem essa coisa de ir até o fim, esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver. A gente paga mesmo. Paga caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, sem “E se”. A gente completa o percurso e ás vezes fica até andando em círculos, mas quando a gente muda de caminho, meu amigo, é fim de jogo pra você.
Tati Bernardi.  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)
Se você soubesse como ando escuro, como ando perdido, como me distanciei de mim e das coisas em que acreditava.
Caio Fernando Abreu.  (via aprendizdepoeta)
[…] Talvez um dia eu trate os outros com o mesmo desprezo com que me tratam. Ah, se eu pudesse!
O Diário de Anne Frank. (via delator)
Mas será que isso é possível?
Digo, morrer e continuar respirando…
Liverpool, Inglaterra, 1995. (via neveando)